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Ao fazer este investimento a longo prazo, sem dúvida, os benefícios e os dividendos serão certos.
O autor, em estilo acessível, simples e direto, chega à criança, mas envolve também os adultos, fazendo-os sentir também criança, com tanta beleza, pureza e ingenuidade de uma época que não volta mais. E, por isso mesmo, sua ousadia é por demais gratificante.
O estilo é revolucionário. Através de diálogos, como o faziam os filósofos gregos da antigüidade, narra a história dos hebreus, que é também dos cristãos, devido às raízes comuns, remontando ao tempo de Abrahão, do êxodo, dos patriarcas, dos reis, dos juízes e do exílio, desde a Babilônia, como enfatiza o Padre Jaime Pereira. E chega até a caminhada do Santo Padre, João Paulo II, pela Terra Santa, chão benquisto das três grandes religiões. O ecumenismo da obra é patente. Nela não há lugar para paixões estéreis. O mundo que edifica é do amor e da solidariedade. Faz a criança sentir, desde logo, que todos somos iguais, filhos de um só Deus, e que, conquanto falte muito para atingir-se a Era Espiritual, o homem há de aprimorar-se, não importa quanto tempo leve, porque como afirma a professora de sua história, a grande humanidade é boa, o homem bom vive dentro de todos nós.
Neste estágio da história humana, não há que falar mais em racismo, discriminação, intolerância, guerras étnicas, de qualquer espécie. E isso está bem contado. Só a criança, o futuro da humanidade, poderá redimir o ser humano, com a presença de Deus, onipotente e onisciente.
Como diz o menino de dez anos que leu a obra: " o livro é muito interessante, é uma história divertida, onde se aprendem muitas coisas".
Brasília, 5 de setembro de 2000
Minha caríssima Adriene
Tenho o grande prazer de lhe encaminhar a sinopse da obra.
Estou ao inteiro dispor, para quaisquer esclarecimentos.
Receba um forte abraço e os aplausos pela presteza e fidalguia.
Leon Frejda Szklarowsky.:
Despojado das maldades que a infância desconhece, pude sentir melhor e compreender o heroísmo e a tenacidade de um povo que pagou um pesado tributo por conhecer algo mais...acreditar e vivenciar os caminhos que a Grande Luz apontava.
Nômades...sem terras e sem Pátria, sem o destino que os outros tinham, caminharam por noites escuras nas íngremes estradas de um existência de sofrimentos, onde os corpos dispersos se uniam pelo espírito, burilado pela dor.
Como párias de um mundo que, também, lhes pertencia, mas que lhes era negado, souberam, com destemor, transpor os vendavais e as incertezas dos caminhos infindáveis.
Forasteiros, em terras estranhas, procuravam construir com denodo o seu próprio mundo, respeitando e ajudando a edificação de outros mundos, onde outros, também, iriam se beneficiar.
Fizeram da inteligência, da cultura e da criatividade, aliadas ao trabalho incessante, o apanágio da redenção que buscavam a qualquer preço: a liberdade e um pedaço de chão, neste imenso planeta, onde pudessem erigir a sua pátria e erguer a sua bandeira, irmanando-se com as bandeiras de outros povos e, juntos, caminharem para a síntese de um novo tempo.
Sonharam...lutaram bravamente...sofreram, mas conquistaram o sonho que almejavam.
Filhos de Israel, seguidores de Moisés, na longínqua caminhada em busca da Terra Prometida, se não bastassem as conquistas e as dádivas da inteligência, que ofertaram ao mundo, para deixá-lo melhor, bastaria apenas o faixo de luz que estenderam no tempo, iluminando o horizonte de uma humanidade perdida, dando-lhe a tábua sacrossanta dos Dez Mandamentos, que a inspiração divina soprou em Moisés e que até hoje, vencendo a voracidade dos séculos, norteiam, com sublime segurança, o destino dos povos.
Heróico povo judeu, Pessach é a Páscoa, marco edificante, onde a LEI apontou os rumos para a libertação, conquistada, com amor, sacrifício e perdão.
Feliz o povo que mendiga o chão...mas traz o universo no coração!...
Isto foi o que senti, quando li esta obra admirável do escritor Leon Frejda Szklarowsky e que, por certo, todos os leitores irão sentir, com profunda gratidão, compreendendo melhor a tenacidade e o heroísmo de um povo que legou à humanidade os DEZ MANDAMENTOS DA LEI DE DEUS.
Newton Rossi
Poeta, escritor, Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, aposentado.
Brasília, DF, 6 de março de 2000
Li atentamente o vosso belo trabalho sobre a História do Povo Hebreu.
Quanto aos temas desenvolvidos, é um trabalho muito interessante, acessível à criança e que vai despertar a curiosidade do leitor, desde a primeira página.
Creio que o leitor adulto também vai gostar da leitura, pois o desenvolvimento da história destaca os principais pontos da formação do povo hebreu e traz o leitor até a atualidade.
Tenho, desculpe a ousadia, duas sugestões a fazer: 1 – Que a história seja dividida em pequenos volumes, 3, talvez. Isto facilitaria o interesse da criança pela leitura. Penso ser um texto um tanto longo para a criança de 1º grau digerir, embora de linguagem simples, fácil. 2 – Além das ilustrações, para melhor compreensão do aluno, colocar mapas, bastante simples, para que a criança identifique os locais que o texto descreve.
Desculpe mais uma vez, não sou especialista em nossa língua mas, tenho dúvidas, penso que vale a pena conferir se a concordância em certos parágrafos está correta.
Ainda desculpas por não entrega-lo pessoalmente para mais um bate papo, mas é por absoluta falta de tempo. Estou correndo em virtude da viagem que farei esta semana para Cuba.
Grato pela oportunidade de conhecer o vosso trabalho e sucesso.
Nina Tubino
O livro de Leon, história de um povo, é muito interessante, é uma história divertida que se aprende muitas coisas. Eu gostei muito do livro e vou compra-lo.
Vou recomendar para outras pessoas também.
Quem morre com Deus, tem vida eterna.
Piauí, abril de 2000
Ramon Freitas 10 ANOS »
Li com atenção a História de um povo para crianças de todas as idades.
Louvo a iniciativa e parabenizo o autor, o Sr. Leon Frejda Szklarowsky, por dedicar parte do seu precioso tempo ocupando-se e preocupando-se com as crianças – um investimento a longo prazo que só pode trazer benefícios no futuro.
Chamou-me a atenção o estilo acessível à criança, a lógica impecável e os objetivos claros a que se propunha o autor.
Ressalto ainda a linguagem respeitosa usada no texto, deixando claro ao leitor(a) que no atual estágio da humanidade não há mais lugar para a intolerância, guerras étnicas ou discriminações de qualquer espécie.
Nós, cristãos, temos para com o povo judeu, uma vez que nossas raízes são comuns remontando ao tempo de Abrão, do êxodo, liderado por Moisés, passando pelos patriarcas, juizes, reis, profetas e pelos ensinamentos duros no exílio da Babilônia (o período mais rico em produções literárias contidas na Bíblia).
As sucessivas dominações estrangeiras nas terras da Palestina e outros percalços por que passaram os judeus, longe de deixar o povo prostrado serviram para fortalecer as fibras de sua personalidade para continuar sua trajetória de luta pelos seus ideais.
O reconhecimento de um único Deus (Monoteísmo) bem como a preocupação com o desvalido (representando na Bíblia pelas viúvas, órfãos e peregrinos) são bandeiras válidas ainda para os nossos dias.
Se a humanidade perde o rumo, esquece seu Deus e fecha o coração aos mais pequenos, nada de bom se pode esperar. Ao contrário, se todos se voltarem aos sábios ensinamentos que os profetas nos legaram, então sim, aí teremos um caminho de salvação para a humanidade.
Vejamos o que fale o profeta Isaías : pág. 156.
"Por acaso não consiste nisto o jejum que eu quero:
em romper os grilhões da iniqüidade,
em soltar as ataduras do jugo
e pôr em liberdade os oprimidos
e despedaçar todo o jugo?
Não consiste em repartir teu pão com o faminto
Em recolheres em tua casa os pobres desabrigados,
Em vestires aquele que vês nu
E não te esquivares daquele que é tua carne?
Se fizeres isso, a tua luz romperá com a aurora,
a cura de tuas feridas se operará rapidamente,
a tua justiça irá à tua frente
e a glória de Iahweh responderá,
clamarás por socorro e ele dirá:
"Eis me aqui".
O pobre não é objeto passivo de nossa aventura religiosa, mas é sujeito que nos oferta Deus e a possibilidade de realizar sua santa vontade: um mundo de irmãos.
Amar a Deus significa amá-lo a ele, mas nele como criador já está bem incluído o próximo, de modo que necessariamente amo também a este por amar a Deus que o gera, ama e sustenta.
Essas idéias deve ser plantadas no coraçãozinho das crianças. Sr. Leon, plante essa boa semente que o Deus de seus país, IAHWEH, que é o meu Deus também o abençoe.
Com estima
Pe. Jaime Pereira
Brasília, 4.5.2000
Legítimo descendente de Sem. Como a sua prima Sherazade, você tem o dom narrativo. Pega-se a sua "História de um Povo" e é penoso largá-la antes que chegue o fim. A gente sente até saudades do Monteiro Lobato, que sabia conversar com as crianças de modo substancial. Tive de imaginar as ilustrações. Elas certamente farão o livro mais atrativo.
Só por dever de honestidade, teria a observar que chamar a era em que estamos de "vulgar" poderia suscetibilizar seus amigos cristãos; católicos, espíritas e evangélicos. E os historiadores quem sabe protestassem, quando o meu amigo limita a Crucificação aos romanos. Penso que mais ecumênicos seria lembrar a Era como "a atual e, quanto à Paixão de há dois mil anos, lembrar que se consumou por obra e graça da razão de Estado ou dos dogmatismos fundamentalistas, de que não está livre nenhum povo ou governo, principalmente nos dias atuais. A bondade e a inteligência de Frejda Szklarowsky saberá interpretar esses pormenores em linguagem melhor. Mesmo porque o JOSHUA, nascido judeu, vulgarizou-se no JESUS romano, e será também ISSA para o mundo inteiro, que desejamos mais verdadeiro. Seu livro, prezado Leon, é uma boa pedra na construção desta ainda distante realidade. Por isso apenas lhe falo.
Meus cumprimentos, todas as felicitações e êxito que merece, e um abraço fraternal e afetuoso.
SANTIAGO NOU
Escritor
Tomei conhecimento deste livro em uma visita ao Dr. Leon, meu advogado.
Como trabalho com crianças e linguagem, sou fonoaudióloga especializada em problemas e aprendizagem de leitura e escrita, fiquei curiosa para ler o livro, pois são poucos os que existem para essa idade e com esse tema.
À medida que fui lendo, primeiro por mera curiosidade, como já disse, surpreendi-me, pois fui, pouco a pouco, prendendo-me à leitura e interessada no desenvolvimento da história, muito embora conhecesse bem o tema.
A história, na forma como é apresentada, transmite o conteúdo cultural com todos os ingredientes da ficção.
Diante do meu próprio interesse, quis saber qual seria a reação das crianças com esse tipo de leitura e, então, solicitei a colaboração da Irmã Rosângela, do Centro Educacional Nossa Senhora do Rosário, em Brasília, que prontamente colocou a professora Neila Rincon Cintra da Cruz, sua coordenadora pedagógica, a qual desenvolveu uma pesquisa junto a crianças das 3ª, 4ª, 5ª e 6ª séries, oferecendo a elas diversos trechos do livro e um questionário de avaliação.
O retorno, que veio em forma de gratificantes respostas das crianças ao questionário, apresento a seguir, resumidamente, no parecer da professora Neila.
Maria Eduarda Nóbrega
Fonoaudióloga, Brasília
Os trechos que nos foram apresentados são de fácil leitura exatamente por estarem escritos em uma linguagem clara, coerente e com margem a um certo suspense, que responde pelo envolvimento com a leitura. Em todos os trechos lidos tive a curiosidade para saber o que iria acontecer, mesmo sabendo da verdade.
Gostaria muito de ter podido ler o texto completo, exatamente por ser assunto de cunho religioso, pois é importante conhecer as diferentes versões e eu, particularmente, gostaria de conhecer a do autor. Mas, como todas as crianças envolvidas, também irei esperar pela edição do livro.
As crianças pesquisadas também compartilharam da mesma opinião, pois acharam os trechos fáceis de ler. Declarando-se emocionadas, interessadas e, até mesmo, curiosas e ansiosas, todas responderam que queriam saber o final da história e que queriam muito continuar lendo o livro: uns, por mera curiosidade; e outros, por um sincero interesse no tema.
Neila Rincon Cintra da Cruz
Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamentas — 1ª à 4ª séries
Participaram da pesquisa as seguintes crianças:
Polyanna Guimarães Rodrigues, Anderson Luíz Pitol, Fernanda Smidt Lara Resende, Juliana Teixeira Lima, Jessica Magalhães Veloso, Mayara Guedes de Souza, Laiza Reis dos Santos, Rodrigo César Coelho Nogueira, Lorena Paz Esteves Almeida Campos, Jéssica Cristina Araújo Quintanilha, Arthur Vanzin Gonçalves, Thamara Rodrigues Alexandre, Thiago Alvarenga Nogueira da Gama, Marina Frecchiane Alves Wanderlei, Thiago K. Castro, Pedro Augusto Soares Gomes de Sousa, Fernanda de Araújo Gonçalves da Silva, Gustavo Ribeiro Nunes Santana, Kamila Dias Soares, Wesley Philipe de Carvalho dos Santos, Rebecca Carolina Silva Lins, Juliana Novaes Machado, Larissa Luciene Guedes, Maria Simone Rodrigues de Lima, Kellen Rodrigues Lopes, Catherine Andrade Araújo, Kamila Rodrigues de Lima, Samantha Reilla Pinheiro da Silva, Nayane da S. M., Victor da Cunha Furquim Rangel de Almeida, Karla Tainá Nascimento Moraes Dalcero, Priscila Sanches de Oliveira Souza, Jacqueline Machado Pereira, Vitor Mele de Andrade, Aline de Santanna Guerellus, Flávia Toledo Simões, José Ogleide de Paulo Rodrigues Júnior, Lorena Maciel Leite, Leticia Gomes Faria, Pedro Barbosa C. da C. Bauer, Bruna Guedes de Carvalho e Costa, Diogo Pires de O. Azeredo, Kássio Glauco Nascimento Moraes Pacheco, Maria Rosana, Pedro, Mariana Roduvalho Pessoa Santos, Carolina, Dayanne, Flávia, Alexandra, Arthur, Rayanne, Ana Caroline, Juliana, Guilherme, Thamires R. Alexandre, Luan, Victor, Leandro, Francisco Leandro, Janilson, Thays, Renan, Larissa Gomes Faria, Raydner Façanha Silva Ramos, Phillipe Araújo, Gabriela da C. F. de Almeida, Daniel Torres Leana, Thaís, Gabriel Parente, Ranny Eiko, Milton, Leonardo Henrique Guedes, Gregory Lucas Cotrim Dioses, Roberta, Afonso José da Silva Júnior, Simone S. da Silva, Heloisa C. Mesquita, Kesley, Jessyca Roberta Souza Persiano, Thiago.